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13 de março de 2015

Cyber Tribos: A "Nova Onda da Internet" agora é o Impeachment?

  • - Assistimos no período eleitoral os ataques aos beneficiários dos programas sociais do país como se o pobre fosse o único culpado pela situação política do pais.
  • - Depois nas urnas vimos e ouvimos pedidos levianos de recontagem dos votos e não aceitação dos resultados. José Aníbal do PSDB já ameaçava pelo twitter "Se tomar posse, não pode governar" O jogo de entravar a administração federal tem início e uma imensa tropa de internautas é contratada para invadir as redes sociais para guerrilha virtual.
  • - A "Nova Onda"(que de nova só a internet) é o Impeachment.
Segundo Guilherme Boulos para Folha de São Paulo (formado emfilosofia e professor de psicanálise) alerta:
O "Golpe pela democracia". Esta pitoresca expressão foi cunhada por ninguém menos que Carlos Lacerda. Golpista nato, farejador de oportunidades, tentou derrubar em uma década quatro governos democraticamente eleitos. Derrubou dois: Getúlio em 54 e Jango dez anos mais tarde. No meio-tempo, investiu contra as posses de Juscelino e do próprio Jango em 61, sem o mesmo sucesso. O lacerdismo combinou controle patrimonialista da imprensa, avalanches de denúncias de corrupção –criando a expressão "mar de lama" contra Getúlio– e servilismo aos interesses da elite, buscando atalhos para chegar ao poder que o voto popular insistia em lhe negar.
Nas palavras de Jorge Serrão:
 "Impeachment virou a maldita palavra da moda no mundo da politicagem tupiniquim. O impedimento da Presidenta Dilma Rousseff ainda não é um desejo popular claramente manifestado. No entanto, nos bastidores do Congresso, calcula-se que a metade da Câmara dos deputados e mais de um terço do Senado já considera o afastamento de Dilma como uma "solução inadiável". A indefinição é sobre o momento para a decisão radical de tirá-la do poder, ou forçá-la a "pedir para sair" (inventando até uma doença inexistente)."
O jornalista Paulo Moreira Leite questiona o uso da palavra IMPEACHMENT
 "Em primeiro lugar, impeachment é uma forma democrática de um país declarar o impedimento de um presidente que, acusado gravemente numa investigação criminal, tornou-se incapaz de responder pelas responsabilidades de governar", diz ele. "Não é isso o que assistimos no Brasil de hoje: temos uma oposição que faz ensaios para um golpe de Estado, mascarado pelo apoio de uma parcela do Judiciário e dos meios de comunicação, na esperança de dar ares de legalidade a uma infâmia."

O efeito do uso abusivo da expressão, diz ele, é o desgaste de Dilma.
"Nesta circunstância, a palavra impeachment tem um único efeito: enfraquecer uma presidenta que se movimenta para dar novas bases ao segundo mandato", afirma. "Num bolivarianismo ao contrário, a oposição tenta ir às massas na tentativa de construir uma base social para um jogo sujo. Encontra o vazio político, que é produto da  aprovação do governo, que permanece em patamares vergonhosamente altos para seus adversários. Enquanto gatos pingados carregam cartazes que pedem intervenção militar, 66% da população confirma seu apego a democracia".

Segundo Paulo Moreira Leite, é preciso tratar as coisas como elas são.
"O golpismo de 2014, que se inspira em 1964 e 1954, deve ser repudiado como aquilo que é: um ataque a democracia, que prefere entregar o país à treva em vez de respeitar a vontade da maioria." (Fonte: http://www.blogdefranciscocastro.com.br/2014/12/a-quem-interessa-o-impeachment-da.html)
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